Metro-pelicano

 

Não bastassem todas as provas de incompetência e de avidez pelo retrocesso demonstradas pelo PSDB no governo de São Paulo, ainda sente-se exalando fétidamente um odor da mais podre das pizzas servidas rotineiramente ao povo brasileiro.

Dessa vez, esse fedor diria respeito às acusações sofridas pelo partido Tucano, relativas à formação de cartel nas licitações do Metro de São Paulo.

José Serra, gestor nas épocas de referência às acusações, seria “inocentado” por falta de provas, ou seja, ele é “técnicamente honesto”.

Segundo noticiado, perícia do Setor Técnico do Ministério Público de São Paulo descarta ter havido formação de cartel no único dos cinco projetos paulistas denunciados pela empresa Siemens firmado na gestão do ex-governador José Serra (PSDB).

A multinacional alemã denunciou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) cinco projetos em que sustenta ter havido a prática anticompetitiva no setor metroferroviário de São Paulo. Um foi assinado em 2000, no segundo mandato de Mário Covas (PSDB), três nos dois primeiros governos de Geraldo Alckmin (PSDB), entre 2001 e 2006, e o último projeto na gestão Serra (2007-2010).

Os técnicos da Promotoria sustentam que o negócio, aquisição de 384 carros da empresa espanhola CAF, é o único em que não houve acerto. Para os peritos, “o cartel formado pelas empresas Siemens, Alstom, Mitsui e Hyundai-Rotem não obteve êxito em fraudar a licitação tendo em vista, especialmente, a participação da CAF, empresa estranha ao cartel”.

A análise pericial fortalece a versão de Serra, de que atuou contra o cartel nesta licitação. O tucano chegou a dizer que merecia a “medalha anticartel”. Leia mais no Estadão e Notícia livre

 

 

 

 

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